Joana Amorim Autora

domingo, 8 de novembro de 2015


Meu desejo

Faço do desejo, almejo atrito
Pois já não o perdoo
Não sei, não consigo.

Pergunto a mim mesmo
Porque a mágoa?
Não consigo, não respondo.

É terno, límpido e sossegado
Marcas que vem de dentro
Que as guardo, escondo.

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